domingo, 30 de novembro de 2008

UM POUCO DOS GRANDES BAILES

baile

Bailes Funk

Na carência de um som que proporcionasse o prazer daquelas nostálgicas reuniões musicais, o subúrbio promoveu a propagação nos primeiros anos da década de 80 do disco-funk, realizada pelo então DJ Cidinho Cambalhota. Essa mais nova ramificação do funk caracterizou, no Rio, a retomada da negritude funk do esquema cada vez mais polido e cada vez mais eletrônico da discothique, reconhecida como responsável pela indefinição do funk nas programações cariocas. Embora não fosse um estilo totalmente derivado da musicalidade negra, seu foco musical não deixou de manter o ritmo negro e a tradição dançante. Outro estilo provindo do funk, responsável pela retomada dos bailes nos subúrbios do Rio, foi o chamado “charme”, nome dado pelo DJ Corello a um tipo de música mais romântica, desacelerada. Aos poucos os bailes da periferia retomavam o seu papel de protagonista na preferência dos jovens suburbanos que, lenta e gradativamente, voltavam a freqüentá-los nos clubes da região.

Porém nenhum outro estilo musical foi tão responsável pela retomada dos bailes quanto o hip hop, que começava a ganhar visibilidade fora dos guetos de Nova Iorque - local onde surgiu. Esses raps eram cantados pelos MCs (mestres de cerimônia) em cima de uma base eletrônica executada pelos DJs (disc-jóqueis) americanos.

Em pleno processo de reformulação, o funk carioca pôde contar ainda com o surgimento de outro estilo musical que veio a ser batizado de “miami bass”. Caracterizado por um estilo de batidas pesadas, aceleradas, com graves de freqüência muito baixa, marcados por uma certa semelhança com o surdo do samba e com versos mais curtos, o “miami bass” surge na Flórida, com uma batida hipnotizante. Com músicas erotizadas e batidas eletrônicas rápidas, ele se tornou um fenômeno nos bailes.  O sucesso alcançado foi tamanho, que este estilo musical foi fundamental para uma nova conceituação do funk. O “miami Bass”, emboratenha sido criado nos EUA, estourou e se tornou  realmente conhecido no Brasil. Este gênero de funk, adaptado, recriado e abrasileirado pelos DJs cariocas, até os dias atuais serve de base para uma boa parte das músicas que explodem no cenário funk do Rio de Janeiro.

Equipes de Som

Em 1986, equipes já consagradas como a !Soul Grand Prix" e a "Furacão 2000" e outras surgidas no embalo como a "Live", "Studio 58", "Super Quente", "Cassino Disco Clube", animavam um circuito de bailes funk na Zona Norte, que compreendia o Grêmio Recreativo de Rocha Miranda e Madureira Esporte Clube, o Esporte Clube Pavunense e a Quadra da Mangueira. Na Baixada Fluminense, estes bailes se realizavam no Mesquita Futebol Clube, no Ideal de Olinda, no Esporte Clube Gramacho, no Farolito e na Quadra da Beija-Flor. De acordo com estatísticas, no Grande Rio, na metade dos anos 80, foram realizados cerca de 700 bailes por fim de semana; deles em pelo menos 100 o público ultrapassava a marca de duas mil pessoas. Significava isto que quase um milhão de jovens freqüentavam bailes funk todas as sextas, sábados e domingos. Nenhuma outra atividade de lazer reunia tantas pessoas. A temática do orgulho negro, observado nos bailes da época “Black Rio”, já não era a principal característica dos bailes da segunda metade da década de 80, embora o predomínio da raça negra fosse flagrante.

O sucesso internacional alcançado pelo hip hop e as montagens de trechos das músicas de maior sucesso tocadas com bateria eletrônica, sintetizador e scratch - técnica de utilização dos discos pelos DJs nos bailes - contribuíram para que aquela movimentação nos bailes da periferia carioca fosse percebida pelos moradores da Zona Sul e, mais tarde, novamente pela grande mídia. Neste momento todos as grandes equipes e DJs já possuíam seus programas de rádio. Através destes programas de rádio eram divulgadas as músicas, as gírias, além do dia, da hora e dos bairros onde os bailes da Zona Norte e Baixada Fluminense aconteceriam. Embora esses locais soassem como algo inédito aos ouvintes moradores da Zona Sul, a realidade funk ensaiava, através de sua música, a congruência de dois mundos tão próximos, mas, paradoxalmente, tão distantes.

TRINERE - CD ANTHOLOGY

trinere34
CD Trinere
Anthology
(The Complete Hits Collection)
http://www.4shared.com/file/27752820/95b1ffff/Trinere_-_01_Theyre_Playing_Our_Song.html
http://www.4shared.com/file/27753365/355e46f0/Trinere_-_02_All_Night.html
http://www.4shared.com/file/27754430/a0db6806/Trinere_-_03_Cant_Get_Enough.html
http://www.4shared.com/file/27755002/da4d9550/Trinere_-_04_I_Know_You_Love_Me.html
http://www.4shared.com/file/27755864/6b67c65b/Trinere_-_05_How_Can_We_Be_Wrong.html
http://www.4shared.com/file/27756632/e75815cf/Trinere_-_06_Ill_Be_All_You_Ever_Need.html
http://www.4shared.com/file/27757249/807e9539/Trinere_-_07_Alone_At_Last.html
http://www.4shared.com/file/27757645/8ec171ce/Trinere_-_08_Stay_In_Love_With_Me.html
http://www.4shared.com/file/27758182/e13cadb2/Trinere_-_09_Cant_Stop_The_Beat.html
http://www.4shared.com/file/27759074/36b9191a/Trinere_-_10_In_And_Out.html
http://www.4shared.com/file/27759731/27f03e14/Trinere_-_11_Night_Life.html
http://www.4shared.com/file/27760306/af1865f2/Trinere_-_21_Im_In_Love_Again.html
http://www.4shared.com/file/27760906/a28fe024/Trinere_-_22_Rockin_To_The_Rhythm.html
http://www.4shared.com/file/27761509/839663b4/Trinere_-_23_I_Have_Finally_Found_Somebody.html
http://www.4shared.com/file/27761846/7f9d2872/Trinere_-_24_Boy_Youre_The_One.html
http://www.4shared.com/file/27762331/b0586b19/Trinere_-_25_I_Wanted_You.html
http://www.4shared.com/file/27762872/41681046/Trinere_-_26_In_Two_Places.html
http://www.4shared.com/file/27763689/e3009f6e/Trinere_-_27_No_Matter_What_The_Weather.html
http://www.4shared.com/file/27764273/1e93fada/Trinere_-_28_I_Wanted_You__RB_Mix_.html
http://www.4shared.com/file/27764762/764439e6/Trinere_-_29_Trinere_Hits__Mega_Mix_.html

FREESTYLE - MUSICAS DOWNLOAD

foreverfreestyle

A Freestyle music tinha se formado em Nova Iorque e Miami, em meados dos anos 1980, Este novo gênero musical chamado Freestyle rapidamente se espalhou por toda a Manhattan boates, principalmente apelando para os hispano-americanos e italianos da demografia americana. Enquanto muitos artistas estavam fazendo freestyle jovem bateu records, vários artistas, como estabelecido europeu Kraftwerk e New Order, que inspirou o som original dance music, começou a incorporar elementos de freestyle em suas próprias produções.

Uma versão re-gravada de Point of No Return, mostrando o novo lineup, foi lançada no Verão de 1987. Expos tinha preparado o caminho para outras mulheres freestyle atos como o Cover Girls, a empresa B, e Sweet Sensation.

Freestyle na década de 90:
Até ao início da presente década, gangsta rap, bem como novas formas de dança e música, como House, Trance e Rave que vem da Europa, Nova York, Los Angeles, Chicago, Miami e Detroit introduziu um jovem, fresco som. Embora Freestyle música era vista como menos importante no início dos anos 90, era capaz de sobreviver com muitos R & B / Hip Hop estações de rádio, devido à sua popularidade entre os latino-americanos multidão.
Esses 90 anos Freestyle Songs Incluir:
Angelina Release-me
Lil 'Suzy Leve-me nos teus braços
Lisette Melendez juntos eternamente
Um sonho em Rockell
Stevie B porque eu amo você (o carteiro canção)
George LAMOND mau do coração
Corina Summertime Summertime (originalmente cantada por Nocera, em 1986)

Algumas Musicas:

Impakt ft. Dino- Defcon (club mix) 86'

http://www.zshare.net/audio/12267138fbe5d877/

Collage - I'll Be Loving You 93'

http://www.zshare.net/audio/122604502090fbd9/

Shayme - Summer Night (With U) 93'

http://www.zshare.net/audio/12385867b6af491c/

April - Bring Back The Lover (club mix) 90'

http://www.zshare.net/audio/12741263f07fcfbc/

Manuella - Who You Foolin' 94'

http://www.zshare.net/audio/13278016b3c668bc/

Bonton - Crying From A Broken Heart (club mix) 88'

http://www.zshare.net/audio/13217468bc0ab8ef/

Dimi - With All My Heart 98'

http://www.zshare.net/audio/112324484f081b64/

ARTISTA DO FREESTYLE - SEQUAL

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Sequal - 2008

FREESTYLE - MUSICAS DOWNLOAD

ARTISTA DO R&B - MARY J BLIGE

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Mary J Blige soube gerir ao longo da sua carreira a importância social que foi adquirindo com base na popularidade proporcionada pelo mundo do espectáculo. Já deu a cara por campanhas de serviço público com vista ao combate às drogas, já trabalhou com vários grupos educacionais e tem ajudado a angariar fundos para MAC Aids Fund, uma organização de apoio às vítimas do HIV.Com sua poderosa voz, não deixa a desejar nos brindando com cançoes na maioria das vezes falando do amor oprimido e sofrido. Suas músicas nos ensinam dar a volta por cima e a proteger nossas mentes e emoções do mundo frio às vezes amargo de romance.
Official Site:

http://www.mjblige.com
Myspace:

 http://www.myspace.com/maryjblige

A diva do R&B norte-americano criticou artistas que lançam discos quase todos os anos e disse que fazer um bom álbum demanda muita energia e trabalho do artista.
"É como a diferença entre um boa refeição em um restaurante e um jantar de microondas. Demora horas para ficar pronto, mas com certeza será muito gostoso e você não vai se esquecer", disse ela.
O último álbum de inéditas de Mary J. Blige foi The Breakthrough, que ganhou três prêmios Grammy este ano: Mellhor Álbum de R&B, Melhor Canção e Melhor Performance Feminina por Be Without You.

JANET JACKSON - REMIX FEEDBACK

janet jackson

Janet Jackson F/ Busta Rhymes, Ciara & Fabolous: Feedback [So So Def Remix]
A Re-edição do Remix de "Feedback" agora é single oficial e será comercializado em breve no iTunes. "Feedback [So So Def Remix]" produzida por  Jermaine Dupri a faixa tem participações de  Busta Rhymes, Ciara e Fabolous. O Remix deu um novo folêgo para o single que já era bem dançante mas é claro que agora ganhou um toque urban.

Download:

 Feedback [So So Def Remix] - Janet

sábado, 29 de novembro de 2008

ESTILO CHARME - BY BROTHER JC

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O Charme Music

O termo "charmeiro" é utilizado para designar os apreciadores de uma vertente da Black Music (Música negra americana), conhecida popularmente no Brasil como "Charme", termo usado para o R&B no Brasil , que se desenvolveu a partir do R&B urbano.

Com uma vestimenta social, porém mantendo sempre o seu traço “black”, o charmeiro conserva seu perfil de um negro de bom gosto, romântico e inteligente.

As músicas deste estilo são compostas de forma específica. Elas têm, dentre outras características, um ritmo que é quaternário, muito bem delineado e marcado. Os arranjos são muito bem organizados e chamam a atenção. O trabalho vocal tende sempre a ter uma maravilhosa performance vocal do artista, o que não impede de haver determinadas músicas que não tenham vocal.

O termo "charmeiro" é utilizado para designar os apreciadores de uma vertente da Black Music (Música negra americana), conhecida popularmente no Brasil como "Charme", termo usado para o R&B no Brasil , que se desenvolveu a partir do R&B urbano.

Com uma vestimenta social, porém mantendo sempre o seu traço “black”, o charmeiro conserva seu perfil de um negro de bom gosto, romântico e inteligente.

As músicas deste estilo são compostas de forma específica. Elas têm, dentre outras características, um ritmo que é quaternário, muito bem delineado e marcado. Os arranjos são muito bem organizados e chamam a atenção. O trabalho vocal tende sempre a ter uma maravilhosa performance vocal do artista, o que não impede de haver determinadas músicas que não tenham vocal.

História

A origem deste estilo remonta da época da Soul Music, nos anos 70, cuja execução no Brasil foi realizada por Djs como Mister Funk Santos.

O termo Charme (R&B) foi batizado por Corello DJ, no Rio de Janeiro, em março de 1980. O DJ Corello começou na época a fazer experiências de outras formas de Black Music. Ele introduz a musicalidade do Charme e as pessoas começam a gostar. Ele não tinha dado um nome para essa experiência, mas observou que quem dançava tinha um movimento corporal bem diferenciado. Em um baile no Mackenzie, no bairro do Méier, o Corello convida: “vamos agora ouvir um charminho para você balançar o seu corpo bem devagarinho”. Essa estória do “charminho” ficou na cabeça das pessoas e elas passaram a falar: “agora eu vou pro Charminho, vou ouvir um Charme, vou lá no Corello que vai ter Charme”.

Equipes de Charme e DJs

Com a evolução do movimento, foram formadas equipes de som especializadas em “Charme”, dentre as quais:

- Só Mix Disco Club ("A Número Um do Charme"), comandada por Corello DJ, Fernandinho DJ, Loopy DJ;

- Cassino Disco Club ("O Som do Charme"), comandada por Orlando DJ e Claudinho DJ;

- Soul Charme ("Difícil de Esquecer"), comandada por Arthur DJ e PC DJ;

- Charme Com Elegância ("A Fina Elegância da Black Music"), comandada por Carlão DJ

- Nucleo Do Charme, DJ Calal e Juca

Personalidades do Charme e Artistas Nacionais

O Charme também contou com a participação de personalidades para sua apresentação, coordenação e divulgação, como o DJ Mister Paulão (Black Power), Don Filó e Zezinho Andrade. Artistas também começaram a produzir músicas no Brasil ou a adaptar antigas canções para este gênero musical. Dentre estes cantores destacam-se: Alexandre Lucas (como vocalista da "Banda Fanzine" ou em sua carreira solo), Edmon, Abdula, Marta Vasconcelos, o conjunto Fat Family, Marina Lima e Fernanda Abreu.

As músicas de estilo Charme passaram também a ser executadas nas rádios, nas freqüências FM e AM. Nas décadas de 80 e 90 surgiram vários programas especializados em Charme e outros programas, como os de Funk, passaram a dedicar espaços específicos para a execução de Charme, proporcionando assim maior dimensão ao Movimento Charme.

Bailes Charme

No fim da década de 80 e até meados dos anos 90, os bailes-charme passaram a atrair uma grande quantidade de pessoas. Alguns eventos chegaram a registrar uma freqüência de 5.000 pessoas e isto estimulou inclusive a vinda de artistas internacionais especialmente para se apresentarem nestes bailes, como Sybil e Curtis Hairston.

Servem até hoje como ponto de referência da realização destes bailes, os seguintes locais, no Rio de Janeiro:

- Grêmio Recreativo Vera Cruz, no bairro da Abolição;

- Portelão, em Madureira;

- Disco Voador, em Marechal Hermes (que chegou a ser conhecido como o "Templo do Charme");

- Bola Preta, Avenida Treze de Maio, no Centro da Cidade;

- Clube Marajoara, no bairro Fonseca, em Niterói.

Além das músicas e do trabalho dos DJs, outro atrativo dos bailes é o desempenho de "grupos de dança", que por vezes são expontaneamente formados pelos próprios freqüentadores dos bailes. Estes grupos podem apresentar passos sincronizados e diferenciados de outros. Em algumas ocasiões podem são promovidas competições para avaliação do desempenho de cada grupo e estimular cada vez mais a criação de novos passos de dança, para que sejam apreciados por todos os freqüentadores do baile.

Espaço Cultural Rio Charme

O movimento charme foi então reconhecido e tal fato proporcionou a oportunidade de criação do Espaço Rio Charme. Este espaço, então, se caracteriza peculiarmente por ser em baixo do viaduto Negrão de Lima, no bairro de Madureira, no Rio de Janeiro. Dentre muitos DJs que lá atuaram, um dos iniciadores do espaço foi o DJ Marki New Charm. O espaço é utilizado, além para a promoção de bales charme, para a prática de eventos sociais, como basquete de rua e oficina de arte.

Projeto Rio Charme- Todos os sábados, à partir das 22h
Viaduto Negrão de Lima (Madureira)
A cargo dos djs “A”, Lopy, Michel e Black Jay

Denominações no Movimento Charme

Nesta trajetória desde os anos 80, os charmeiros passaram a classificar as músicas e chamá-las de acordo com a ocasião de respectivos lançamentos, atribuindo-lhes o nome de “flash back” às músicas produzidas até meados dos anos 80 e “midbacks” às produzidas entre o final dos anos 80 e em toda a década de 90. Esta denominação diferenciada das músicas no Movimento Charme também se deve parcialmente à existência de variadas vertentes dentro deste estilo, como por exemplo New Jack Swing, Smooth Jazz e o Quiet Storm, que foram, dependendo de sua época, mais comumente produzidas e executadas.

Com certa regularidade são promovidos bailes de Flash back e midbacks, especialmente para reunião de antigos freqüentadores dos bailes charme. Nestes bailes especiais, é nítida a diferença entre a faixa etária de seus freqüentadores, tradicionalmente chamados de "cascudos", em relação àquela vista em bailes com músicas atuais.

Outros DJs de Charme

- Dj Adesman;

- Dj Michell;

- Dj A;

- Dj Guto;

- Dj Florêncio;

- Dj Daniel do Charme;

- Dj Mão Branca;

- Dj Wilson Funk Show;

- Dj Claysoul.

Hits Nacionais

Criança - Marina Lima (http://letras.terra.com.br/marina-lima/88214/);

Toda Noite - Edmon;

Uma História de Amor - Banda Fanzine ;

Você Pra Mim - Fernanda Abreu (http://letras.terra.com.br/fernanda-abreu/69077/);

Flor do Futuro - Claudio Zoli / João Marcelo Bôscoli (http://letras.terra.com.br/claudio-zoli/105610/);

Você Vai Estar na Minha - Negra Li (http://letras.terra.com.br/negra-li/714536/);

Só Eu e Mais Ninguém - Margareth Menezes (http://letras.terra.com.br/margareth-menezes/253909/);

Eu Não Vou - Fat Family (http://letras.terra.com.br/fat-family/45984/).

Hits Internacionais

Make It Last Forever - Keith Sweat & Jackie McGhee (http://letras.terra.com.br/keith-sweat/556028/) - Por muitos é considerada esta música o "Hino do Charme" - ;

Happy - Surface (http://letras.terra.com.br/surface/1268879/);

Stay - The Controllers;

The Morning After - Curtis Hairston;

Keep on Movin' - Soul II Soul (http://letras.terra.com.br/soul-ii-soul/836673/);

Just Like That - Zhané;

Come With Me - Tania Maria (http://letras.terra.com.br/tania-maria/1262844/);

The Finest - The SOS Band (http://letras.terra.com.br/sos-band/451460/);

Living In The Light - Caron Wheeler;

I Wanna Be Where You Are - Sybil;

Another Man - Barbara Mason;

Change of Heart - Change;

Gonna Make You Mine - Loose Ends;

Tonight It's Goin' Down - Babyface (http://letras.terra.com.br/babyface/677912/);

Living Inside Myself - Aurra;

Roses are Red - Mac Band;

Make Life Worth Living - Mac Thornhill;

Can't Get Enough - Pink Rythm Feat;

My Apple Heart - Lisa Stansfeld (http://letras.terra.com.br/lisa-stansfield/333832/).

Movimento Charme Como Aspecto Cultural

Os Bailes-Charme são desta forma eventos onde são executadas as músicas desta natureza, nos quais seus freqüentadores primam pelo estilo elegante de suas roupas, e prezam originalmente pelas cores e nas referências ao caráter afro nos penteados e acessórios, sem falar na variada gama de seus passes danças, desenvolvidas no salão, ao som das músicas tocadas pelo DJ.

O Baile-Charme consiste então como um movimento popular cultural que propõe uma reinvenção da identidade cultural negra, expressa através das danças, da música, das roupas, da disseminação de valores de respeito ao próximo e da cordialidade.

O Charme pode ser considerado a mais perfeita hibridização,1 da cultura popular internacional urbana resultante dos vários segmentos da música negra que deram suporte ao movimento Black Rio nos anos 70. Sua denominação —Charme—deve-se ao dj Corello que atribuiu esse nome em função das expressões corporais típicas das coreografias em decorrência do r&b —estilo musical mais melódico e cadenciado—. Embora seja resultado da hibridização de diversos ritmos negros estadunidenses, o Charme só é conhecido com esse nome no Rio de Janeiro.

RESUMO
O Charme é uma manifestação cultural popular urbana hibridizada, específica da cidade do Rio de Janeiro. Os bailes realizados em diversos bairros são freqüentados, em sua maioria, por adultos. Trabalha-se com a hipótese de que esses espaços de lazer e sociabilidades sejam, também, freqüentados por jovens. Através da participação em muitos eventos, observa-se a presença de indivíduos jovens, que se encontram em grupos ou que surgem sozinhos. As conversas compartilhadas com alguns deles têm como objetivo compreender de que maneiras elegem o baile como espaço de elaboração de suas identidades a partir das relações estabelecidas com seus pares. O entendimento de que os bailes são, também, espaços intergeracionais é importante para perceber como são tecidas as relações entre jovens e adultos. Por último, identificam-se quais as contribuições que a presença juvenil e suas expressões culturais trazem para a continuidade do Charme, além de possíveis transformações que essa mesma presença pode produzir, e com isso, ressignificar esse movimento cultural.

Apoio ao Estilo:

Comunidade Funk Melody & Charme Hits

comunidade_melody_e_charme2

Limk: http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=43383278

By Brother JC

ONG - ZULU NATION

Africa Bambaataa

Zulu Nation

ONG Fundada pelo DJ Afrika Bambaataa que tem como princípio as bases do hip hop: paz, amor, união e diversão, vem sendo responsável pela existência do verdadeiro espírito do hip hop. Além disso, a Zulu Nation organizava palestras chamadas de ‘Infinity Lessons’(Aulas Infinitas, em bom português), que eram aulas sobre conhecimentos, prevenção de doenças, matemática, ciências, economia, entre outras coisas e que serviam para modificar os pensamentos das gangues. Segundo seu próprio líder, Afrika Bambaataa, a Zulu Nation apóia o conhecimento, a sabedoria, a compreensão, a liberdade, a justiça, a igualdade, a paz, a união, o amor, a diversão, o trabalho, a fé e as maravilhas de Deus. Essa verdadeira ‘Nação’ também viajou por todo o mundo para pregar a boa palavra do Hip-Hop, fazendo muitos shows e arrecadando fundos para campanhas Anti-Apartheid (Anti-Racista) e chegou a reunir 10.000 membros em todo o mundo. Segundo a Zulu Nation, no espaço descontraído da rua era, e ainda é, possível manifestar opiniões e se divertir. Os jovens excluídos, no contato com seus iguais (o grupo), podiam sentir e vivenciar a rara oportunidade da livre-expressão através da arte, sem repressão.

PRODUTOR E CANTOR - STEVIE B

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Stevie B

The Funk Melody´s King Stevie B.
Ladies and Gentleman, Mr. Stevie B.
Quem nunca ouviu esta frase, de um de seus maiores Hits, não deve saber nada de Música. Stevie B. começou a fazer sucesso em 1988 quando lançou o seu 1º álbum Party Your Body. Depois vieram In My Eyes(1990), Love & Emotion(1991), Healing(1992), Running Back(1993), Funky Melody(1994), Waiting forYour Love(1996), Best Love Songs e as coletâneas The best of Stevie B. vols 1 e 2.
Seu álbum Running Back possui duas músicas produzidas pelo DJ Malrboro: Running Back e Longe de Você ( Onde Stevie B. canta em português e conta com a participação do cantor Abdula)
Além de Running Back, suas músicas mais tocadas nas rádios e discotecas são: Spring Love, In my Eyes, Because I Love You, Pump That Body, Funk Melody e Crying Out.
Stevie também é produtor de outros Hits como Paradise- Korell (Melô do Sentimento), Pump Up the Party - Hassan (Melô do Nojento) e I need You - BVSMP.
Ele já esteve 3 vezes no Brasil, em 1993 , 94 (Lançando Running back) e 95 (Lançando Funky Melody).
Recentemente esteve no Brasil lançando seu mais novo Hit : Summer Nights, que em breve estará sacudindo todas as casas noturnas do Rio.

FREESTYLE - A EVOLUÇÃO

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Freestyle Music

O estilo cresceu muito desde o seu nascimento, porém, o período de maior sucesso foi com certeza entre o final dos anos 80 e início dos anos 90 quando surgiram grandes nomes do estilo, cada um com sua peculiaridade, tornando o estilo diversificado e cada vez mais único. Adaptações musicais do começo dos anos 90 Muitos elementos surgiram com o início dos anos 90, a mudança principal foi o câmbio do disco LP pelo Cd.

Em 1981 o Freestyle foi impactado novamente com o surgimento daquele que seria o maior sucesso dentro do movimento: A música romântica. Este tipo de música já era abordado desde os tempos do instrumental, como a música Baby Be Mine, mas nunca foi utilizado em larga escala. O responsável por essa mudança radical foi o grupo Secret Society que neste ano, lançou um hit inovador, chamado We belong together. A música falava integralmente de amor, coisa jamais feita antes, o que serviu como incentivo maior ao investimento nesse gênero tão promissor. Com o tempo, elementos foram incorporados e descartados da forma de se produzir estas músicas. Um exemplo claro de implantação inovadora foram as baterias eletrônicas, quase obrigatórias em qualquer música hoje em dia.

HOMENAGEM - HOUSE MUSIC

Dance Night

A House Music nasceu em Chicago na primeira metade da década de 1980. A origem do nome se deu devido a esse novo estilo de dance music que surgia e começava a ser tocada no night club chamado Warehouse. Os frequentadores da casa iam às lojas de discos a procura das músicas que ouviam no club e pediam por "aquela música da Warehouse", até as lojas começarem a encurtar o nome de Warehouse Music, para apenas HOUSE. Muitos dizem que o House Music é uma vertente da disco music dos anos 70, pois foram estilos de música quase que contemporâneos. Frankie Knuckles é aclamado por muitos como o "pai" da House Music, ele que é um dos pioneiros deste gênero juntamente com outros nomes como Tony Humphries. Atualmente existem muitas sub-vertentes do house, tais como: Funky-House, Tech-House, Disco-House, Progressive-House, Electro-House, Acid House, Soulful House, Neo-Jazz-House entre outros.

O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.

House Music

Batida seca, 4/4,com "viradas" de muitas batidas, vocais femininos, melodia alegre e com velocidade próximas a 120 a 135 BPM (Batidas por Minuto).

Os principais hits foram:

  • Everybody Everybody- Black Box
  • A Little Respect- Erasure
  • Together Forever- Rick Astley
  • I Can´t Stand It- Twenty 4 Seven
  • Girl You Know It´s True- Milli Vanilli

Apesar da House ter seu inicio no verão de 1987, no Brasil ela somente destronou outros ritmos somente em 1989, quando o Mega Hit Pump Up the Jam (Technotronic) invadiu as pistas do Mundo Inteiro, tornando a Dance Music uma mania mundial. Em 1993 essa mesma música retornou as paradas de sucesso no filme Space Jam, provando que a House Music tinha muito mais fôlego que os críticos poderiam imaginar.

Muitos, na época, falaram que a House era um estilo passageiro e que seria apenas mais um modismo, mas passados 20 anos, o ritmo dançante da House Music continua intacto e parece até com mais vigor, agora com o apoio de seus filhotes adolescentes Techno, Psy, Trance e vários outros.

Hoje no Brasil a House Music tem se difundido cada vez mais. Inumeras casas noturnas do país fazem sucesso tocando música House e convidando inclusive varios DJ's de renome internacional que passaram a tocar em terras Tupiniquins. Além disso é o estilo mais tocado em festas caseiras, entre amigos (chill-out).

Estilo mais radical de house, gênero musical fabricado em estúdio. O acid surgiu de uma brincadeira de Dj Pierre, com o sintetizador analógico Roland TB-303, máquina essa que veio a debitar o som acid que saiu em bastantes discos.A sustentação rítmica do acid é feita por contrabaixos eletrônicos e baterias programadas. Esses instrumentos são misturados com o auxílio de computadores a sons distorcidos de guitarras dos anos 60, orgasmos femininos repetidos e seqüenciados, metralhadoras, explosões e diálogos de filmes. Assim como o house, o acid house é feito para tocar em pistas de dança, nas quais não podem faltar canhões de laser, luzes estroboscópicas, máquinas de gelo e fumaça.

O nome "acid" foi herdado do consumo de drogas de festa, nomeadamente LSD e Ecstasy, muito comum entre os frequentadores das casas londrinas que tocam este gênero de música. A alusão às drogas aparece também em muitos nomes de canções acid. Há quem diga também que o termo "acid" refere-se ao som característico emitido por um TB-303 ao ter seus knobs de controle girados pelo artista na hora da execução de alguma linha melódica, ou até a um selo de LSD, conhecido vulgarmente por "ácido".

A data do nascimento do acid é o verão de 1987, quando a house music aporta no balneário espanhol de Ibiza, muito popular entre os veranistas ingleses. Os DJs locais dão forma mais radical ao estilo, criando o acid house. No verão seguinte desembarca em Londres e logo vira hit. O smiley , um sorriso dentro de uma bola amarela, vira emblema dos adeptos do acid house e é estampado em camisetas.

Um dos álbuns que marcam a efervescência acid foi Wanted, da "loura" Yazz puxado pelo hit "The Only Way is Up" e "Stand up", chega às primeiras posições da parada de sucessos inglesa e rende a Yazz o título de rainha da house. Também fazem sucesso Into the Dragon, do Bomb the Bass e Jack the Tab cujas músicas supostamente interpretadas por vários grupos – na verdade fictícios, criados pelos computadores do produtor musical Genesis P. Orridge.

A Acid House foi uma das primeiras vertentes da Dance Music e praticamente foi deixada de lado a partir de 1989 quando outros sub-gêneros da Dance começaram a dominar o mainstream.

Importante observar que na Dance Music, nada morre, tudo se transforma e se adapta ou seja, a Acid foi incorporada principalmente ao gênero que hoje chamamos de Psy Trance.

Músicas de Acid House que não podem faltar:

  • Pump up the Volume - M.a.r.r.s
  • Meet Every Situation Head on M.e.s.h- Jack The Tab
  • The Only Way is Up- Yazz

Acid break

É a fusão do Acid House com suas sustentação rítmica feita por contrabaixos eletrônicos, sons distorcidos de guitarras dos anos 60 e baterias programadas, normalmente criado com o TB 303 da Roland, com as batidas quebradas do Breakbeat.

Soulful House

O estilo de House com forte influencia da Soul Music americana. Herdeiro do Garage House, tem nos DJs de New York seus maiores representantes.

Deep House

Estilo mais introspectivo de House até ao momento. Como o nome indica, baseia-se em sons profundos e calmos, sobre a batida 4/4 característica do House. É representado por diversas escolas com referencias diferentes, do mais orgânico ( West Coast) ao sintético ( Berlin, Londres).

Electro House

Estilo de House com timbres sujos, sintéticos e sombrios e com linhas de baixo ácidas,característica emprestada do electro da década de 80. sneaky sound system retrata bem a electro house.

Tribal House

O uso de sons tribais (sons da selva) nomeadamente na area da percursão, que é exaustivamente trabalhada. Pensa-se que o tribal surgiu de uma ligação entre a música africana e a electrónica. Pode-se dizer que o Tribal é o casamento da House Music com ritmos africanos, gerando uma mistura de sons alucinante. O Tribal ou Tribal House tem batidas pesadas e fortes, porém menos repetitivas.

Progressive House

Estilo de House que surgiu no inicio dos anos 90. Consiste numa batida 4 por 4 com um bass mais profundo, com uma atmosfera mais elaborada e emocional onde as mudanças na música ocorrem pouco a pouco (A música vai crescendo durante a sua duração e ganhando mais energia, mais força, dai o nome progressivo).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

LYDIA LEE LOVE - MUSICAS DOWNLOAD

Lydia Lee Love

Lydia Lee Love fez muito sucesso com apenas uma grande música, o hit “Don’t take your love” de 1987 gravada pela New York Groove Record’s. Apesar de possuir apenas uma grande música, Lydia escreveu seu nome junto dos maiores do estilo. Até hoje ela possui uma legião de fãs nos Estados Unidos e também aqui no Brasil. Em nosso país sua música fez muito sucesso na década de 90 ganhando uma regravação em português, a música “Amor proibido da dupla de mc’s Ricardo e Esquisito.

Musicas:

Mixes Don´t Take Your Love

http://www.4shared.com/file/40789905/fa76777c/Lidia_Lee_Love_-_Dont_Take_Your_Love__Extend_Mix_.html

http://www.4shared.com/file/52585729/97437bdb/Lidia_Lee_Love_-_Dont_Take_Your_Love__Remix_.html

http://www.4shared.com/file/40713782/c4f8c7c8/Lidia_Lee_Love_-_Dont_Take_Your_Love.html

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

WILL TO POWER - MUSICA DOWNLOAD

Will to Power
Com a Produção de Bob Rosemberg, este grupo emplacou na década de 80 com três super hits que até hoje temos oportunidade de ouvir: "Dreaming", "Fading Away" e "Say it´s gonna Rain", além da Balada "Baby I love Your Way". Seu único álbum,"Will to Power", foi lançado pela gravadora Epic em 1988.

Musica:

Say It´s Gonna Rain

http://www.4shared.com/file/34347559/c799c358/Will_To_Power_-__Say_Its_Gonna_Rain.html

Baby Love Your Way

CORO - MUSICA DOWNLOAD

Coro
É considerado o melhor cantor de freestyle de todos os tempos, e um dos melhores da Old Freestyle School. Lancou apenas um álbum, e diversos singles. Seus maiores hits são "Where are You Tonight", "My Fallen Angel", Can´t Let You Go" e "Stand By Your Lover"
Musica:
Cant Let You Go (Extended Mix)

LIL SUZY - MUSICA DOWNLOAD

Lil Susy
Nome Completo: Suzanne Petra Casale
Data de Nacimento: 1º de março de 1979
Ela é considerada a Princesinha do Funk Melody no Brasil.
Musica:
Cant Get You Out Of My Mind

ARTISTA DO FREESTYLE - TKA

TKA
Sem dúvida alguma, o maior grupo de freestyle de todos os tempos. Lançaram inúmeros sucessos como "Louder than Love", Give Your Love to Me", "One Way Love", "You are the One" e "Maria".No Final de 1991, após desfrutarem do sucesso de seu maior hit, "Louder Than Love", Tony,Kayel e Angel (TKA) decidiram seguir carreira solo. Em fevereiro de 1992, eles resolveram gravar um álbum entitulado "TKA Greatest Hits", anunciando a despedida do grupo. Neste álbum foi incluido "Maria", que fora gravada por Kayel após a separação do grupo.Os fãs adoraram este álbum e "Maria" se tornou um mega hit. O que não evitou a separação definitiva do grupo depois de 7 anos de sucessos e 3 álbuns. A última apresentação de TKA foi no dia 11 de outubro de 1992.

3º FESTA FUNK SOUL BRACK

ANOTE AÍ !!!!!! - TÁ CHEGANDO A HORA GALERA

3ª FESTA FUNK SOUL BLACK
BAILE À MODA ANTIGA ! O MELHOR DOS ANOS 70, 80 e 90 !
Data do evento: 06 de dezembro de 2008

Local: RIVER F. CLUB
Ingressos antecipados: R$ 15,00
Ingressos na hora: R$ 20,00
Equipes de som:
Equipe CASH BOX - Dj Marcão, Dj Raphael (Mingau) e Dj Funk Boy
Equipe HOLLYWOOD - Dj Cientista
Palco Temático: FURACÃO 2000
Djs convidados da Furacão 2000: Pinto I, Pinto II, Ronnie Rap e Grand Master Raphael
Abertura da festa e participação especial: DJ CORELLO (Pop Rio Discotheque)
Pessoal, essa é a estrutura que teremos no próximo evento.
Os Djs da Furacão 2000 irão se apresentar num palco temático, relembrando os grandes sucessos do saudoso funk.
A abertura da festa será conduzida pelo querido Dj Corello, representando a POP RIO DISCOTHEQUE.
Como eu deixei o rascunho em casa, tenho quase certeza que estou esquecendo de alguma coisa. De qualquer forma, eis os dados principais e vou atualizar as informações no decorrer do dia.

By Brother Humberto Dj

ARTISTAS DO FREESTYLE - BANGLES

the bangles

The Bangles

The Essential Bangles (2004)
1. Manic Monday
2. Walking down Your Street
3. I Got Nothing
4. If She Knew What she Wants
5. Eternal Flame
6. Getting Out of Hand
7. I'll Set You Free
8. Walk Like an Egyptian
9. What I Meant To Say
10. I'm In Line
11. Be With You
12. In Your Room
13. Hero Takes a Fall
14. Hazy Shade of Winter
15. Following
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PROJETO MUSICAL - BLACK BOX

black_box_-_remixland

Black Box

Foi um projeto musical formado no final da década de 80, na Itália, pelos produtores Daniele Davoli, Mirko Limoni, Valerio Semplici, firmando-se como um dos principais projetos de Italo House, ou Italo Disco. Os produtores também usavam diversos monikers, ou nomes diferentes, como: Starlight e Groove Groove Melody.

O primeiro single "Ride on Time" foi o seu maior sucesso, não só na Itália, mas no mundo inteiro. Foi o single mais vendido na Grâ-Bretanha em 1989. Por seis semanas seguidas ficou no número 1. Ainda hoje, figura entre os Top 100 sinles mais vendidos na Europa.

Uma das maiores particularidades do Blackbox foi o fato dos produtores usarem uma modelo para aparições em programas de TV e video-clips. A modelo era a belga Katrin Quinol que dublava os vocais sampleados da música "Love Sensation" de 1979, sucesso da era Disco na voz de Lolleatta Holloway e produzido por Dan Hartman. Mesmo com o sucesso do single, o Blackbox acabou perdendo muito dinheiro, pois foi processado por Lolleatta Holloway por usar seus vocais sem a devida autorização.

Em 1990, o Blackbox lançou o álbum "Dreamland", que continha outros grandes sucessos, como "Everybody, Everybody" e "Strike it up", que também usavam vocais sampleados, dessa vez de Martha Wash, outra diva da era Disco, essa sim, recebeu os devidos créditos.

O Blackbox foi um dos poucos grupos da Italo Disco a chegar ao sucesso mundialmente. "Dreamland" ganhou disco de ouro nos EUA e Grã-Bretanha. Conseguindo emplacar seis hits, tanto nos charts comerciais, como no de clubs.

Singles

  • "Ride on Time" (1989)
  • "I Don't Know Anybody Else" (1989)
  • "Everybody Everybody" (1989)
  • "Fantasy" (1990)
  • "The Total Mix" (1990)
  • "Strike It Up" (1991)
  • "Open Your Eyes" (1991)
  • "Bright on Time" (1991)
  • "Rockin´ To The Music" (1993)
  • "Not Anyone" (1995)
  • "I Got The Vibration/A Positive Vibration" (1996)
  • "A Native New Yorker" (1997)

Álbums

  • Dreamland (1990)
  • Mixed Up! (1991)
  • Positive Vibration (1995)
  • Hits & Mixes (1998)

Album:

Remixland (1990)
01 Bright On Time (4:25)
02 Fantasy (Big Band Mix) (5:48)
03 I Don't Know Anybody Else (Soul Remix) (5:05)
04 Ride On Time (Piano Mix) (2:50)
05 Megamix (7:25)
06 Everybody Everybody (Freak Remix) (5:20)
07 Get Down (Rapmix) (6:43)
08 UK-Megamix (9:30)

Part 1
Part 2

Credito do album: jukebox-rs.blogspot.com

ARTISTA DO POP - RICK ASTLEY

RickAstley

Richard Paul Astley

É um cantor, compositor e músico do Reino Unido, nasceu no dia 6 de fevereiro de 1966, na cidade de Newton-le-Willows, distrito metropolitano de St Helens, condado de Lancashire.

Uma das sensações pop do eclético período entre as décadas de 80 e 90, Rick Astley começou sua carreira em 1985 influenciado pelo soul e pela disco music. Ele era baterista de um grupo de soul chamado FBI, quando foi descoberto pelo produtor musical Peter Waterman, que o convenceu a se mudar para Londres. Devido ao timbre "soulful" de sua voz, durante muito tempo as pessoas achavam que Rick era negro e que ele apenas se limitava a fazer dublagens de suas canções nos videoclipes que fazia. O encarregado por desfazer essas falsas acusações foi seu irmão Mark Astley.

Rick Astley alcançou o topo das paradas de sucesso com o single Never Gonna Give You Up, que o deixou internacionalmente conhecido, aos 21 anos, em 1987. O single foi o mais vendido no Reino Unido naquele ano e Rick foi o segundo cantor mais jovem do Reino Unido a emplacar um single de estréia em primeiro lugar. O primeiro a conseguir tal feito foi George Michael aos 20 anos, em 1986, com "Careless Whispers". Seu álbum de estréia, intitulado Whenever You Need Somebody, o qual continha Never Gonna Give You Up também chegou ao número 1 das paradas britânicas e, no ano seguinte, em 12 de março de 1988 o álbum chegou ao topo das paradas norte-americanas ao mesmo tempo em que outro single "Together Forever" também conquistava o primeiro lugar. Segundo a RIAA - (Recording Industry Association of America) - Whenever You Need Somebody vendeu, ao todo, mais de 2 milhões de cópias.

No ano seguinte, 1988, Rick lança "Hold me In Your Arms", álbum que continha as canções She Wants to Dance With Me, Dial My Number, Take Me To Your Heart e o single de maior sucesso, Hold Me In Your Arms que batizou o disco. Logo após, em fins dos anos 80, Rick se separou de seus produtores Michael Stock, Matt Aitken e Pete Waterman, responsáveis pelo descobrimento de artistas pop e dance, como Kylie Minogue, Bananarama, Samantha Fox e Jason Donovan e que o produziam desde o início de sua carreira. Em 1991, Rick lança seu segundo álbum, intitulado "Free" (menos dance e com um ritmo mais soul), mais que não repetiu o estrondoso êxito de Whenever You Need Somebody. O álbum, porém, obteve sucesso graças a canções como Cry For Help, Never Knew Love e Behind the Smile.

Em 1989, Rick foi indicado ao Grammy Award na categoria Melhor Novo Artista do Ano, mas perdeu o prêmio para Tracy Chapman. Após dois álbuns de muito sucesso, na Europa e Estados Unidos, Astley cansou da linha de produção imposta por seus produtores. Passou a compor e produzir seus próprios discos, abandonou um pouco o lado dançante e mergulhou fundo em sua verdadeira paixão musical, a soul music.

Rick ficou sem lançar material inédito até 1993, quando lançou Body & Soul, álbum mais carregado de soul e que não fez sucesso como os demais, mas que emplacou dois hits: The Ones You Love e Hopelessly. Após o lançamento de Body & Soul, Rick entrou em um hiato de quase 10 anos. Sua volta ao mundo da música deu-se em 2002 com o álbum de estúdio carregado de remixes Keep It Turned On, no qual encontra-se o hit Sleeping.

Em 2005, Rick lança Portrait, álbum em que ele faz covers de seus clássicos preferidos do soul. Portrait traz canções como Vincent (Starry Starry Night), de Don McLean, Close to You, composição de Burt Bacharach, mas que ficou mundialmente conhecida na voz da dupla The Carpenters e Nature Boy, de Eden Ahbez.

Estima-se que Rick Astley tenha vendido mais de 40 milhões de discos (incluindo singles, álbums e compilações).

Em 2008 Rick Astley é indicado pela primeira vez no EMA (Europe Music Awards) da MTV, e vence a categoria Best Act Ever, embora não tenha comparecido na entrega do prêmio.

Discografia

Álbuns de estúdio
  • Whenever You Need Somebody (1987)
  • Hold Me in Your Arms (1988)
  • Free (1991)
  • Body & Soul (1993)
  • Keep It Turned On (2001)
  • Portrait (2005)
Coletâneas
  • Together Forever - Greatest Hits and More... (2001), relançado em 2007.
  • Greatest Hits (2002)
  • The Best of Rick Astley - Never Gonna Give You Up (2003)
  • Love Songs (2004)
  • The Best Of (Platinum & Gold Collection) (2004)
Especiais e Raridades
  • Original Hit Singles (4 Faixas) (1989)
  • Wonderful You (Material Promocional lançado apenas nos EUA) (1989)
  • 12" Collection (Lançado no Japão) (1990)
  • Dance Mixes (Lançado no Japão) (1990)
  • Remixes & B-Sides Vol.1 (Lançado no Brasil) (2002)
  • Remixes & B-Sides Vol.2 (Lançado no Brasil) (2002)
  • Keep It Turned On (Material Promocional) (2002)
  • 12 Inch Collection (Lançado no Japão) (2004)

HOMENAGEM - DISCOTECA PAPAGAIO DISCO CLUB

Papagaio Disco Club

História

Discoteca de muito sucesso na década de 1970 na cidade brasileira de São Paulo. Era o grande rival do Banana Power e, assim como este, era um templo da música Disco. Tinha uma filial no Rio de Janeiro.

Curiosidades

  • Assim como o Banana Power, o Papagaio Disco Club também tinha matinês para crianças.
  • O Papagaio Disco Club teve três discos lançados: Papagaio Disco Club (1976, gravadora WEA), Papagaio Disco Club Vol. 2 (1978, Som Livre) e Discoteca Papagaio (1978, Som Livre).
  • Devido à grande frequencia gay na casa, a filial do Rio de Janeiro era popularmente conhecida como Papagay.

Discografia:

Papagaio Disco Club - 1976

Papagaio Disco Club Vol. 2 - 1978

  • Discoteca Papagaio - 1978

papagaio-1976

1976

A1. Candi Staton - Run To Me
A2. Candi Staton - Young Hearts Run Free
A3. Undisputed Truth (2) - You + Me = Love
A4. First Choice - Gotta Get Away (From You Baby)
A5. Meters, The - Disco Is The Thing Today
A6. Trammps, The - Ninety-Nine And A Half
B1. Jimmy Castor Bunch, The - Everything Is Beautiful To Me
B2. Spinners - The Rubberband Man
B3. Natural Four, The - It's The Music
B4. Michel Polnareff - Lipstick
B5. Brigatti - Groovin'
B6. Luther Vandross - Funky Music (Is A Part Of Me)

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papagaio-1978

1978

A1. Silver Convention - The Boys From Liverpool
A2.
Dizzy Man's Band, The - Rio ( Eu Te Quero Mais)
A3.
Voyage - Lady America
A4. Devil's Inferno Disco Band, The - Disco Inferno
A5. Droids - (Do you Have) The Force
A6. Rose Royce - Do Your Dance
B1. Saragossa Band - Disco Boogie, Boogie
B2. Giorgio - Too Hot To Handle
B3. Kelly Brown Family - Dayoh (Hey Mr. Talliman)
B4. Michael Zager Band, The - Let's All Chant
B5. Ors - Moon-Boots
B6.
Voices - Dance, Dance, Dance (Yawsah)

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PAPAGAIO_DISCO_CLUB_-_VOL_3_-_1978

1978 - VOLUME 2

1. I love america - Patrick Juvet
2. Love is in the air - Martins Stevens
3. Skate board dancin' - Zack Ferguson
4. The letter - Queen Samantha
5. Oh! happy day - Roberta Kelly
6. One for you, one for me - La Bionda
7. Hot shot - Karen Young
8. Mellow lovin' - Judy Cheeks
9. Ain't that enough for you - John Davis & Monster Orchestra
10.
Dance (disco heat) - Sylvester

Download:
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papagaio-1983

1993

A1. Stereo Fun Inc. - Got You Where I Want You Babe
A2. Margareth Reynolds - Keep Holding On
A3. Sylvester - Dont Stop
A4. Faster Radio - Under My Thumb
B1. Jimmy Ruffim - Hold On To My Love
B2. Antony White - Block Party
B3. Indeep - Last Night A D.J. Saved My Life
B4.
Forrest - Rock The Boat

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DISCO MUSIC - ANOS 70

Mais uma postagem com bastante pedidos um pouco da black music anos 70.

Disco Music - A febre assolou o mundo nos anos 70

A Era Disco

A década de 70 representa o apocalipse da música pop, que naquela época vivia momentos grandiosos, com super grupos e altas produções. Mas a overdose de super produções começou a cansar o grande público, o rock começava a investir no clássico e tudo parecia muito chato. Foi então que um movimento popular tomou conta da cena: a dance music. Essa música dançante começou a aparecer nas paradas de sucesso por volta de 1974, quando grupos como Shirley and Co. e The Hues Corporation emplacaram os sucessos Shame, Shame, Shame e Rock The Boat, respectivamente. Por essa época, a voz quente de Barry White já era conhecida das paradas de rhythm ‘n’ blues, mas seu balanço acabou identificado com a nova onda, vide os clássicos You're My First, My Last, My Everything, Can't Get Enough Of Your Love e vários outros.

Disco Fever

A segunda metade da década foi dominada por dois cenários diferentes. Na Inglaterra, surge o movimento punk, das roupas de couro preto e dos cabelos quase raspados, que contestava, com violência, os valores da sociedade do país. Destaque para a banda Sex Pistols. Nos EUA, pop vira sinônimo de disco music. Feita para as pistas de dança das discotecas, celebra o amor e a alegria, utilizando-se da eletrônica com maior intensidade e por vezes até ousando. Ganham espaço nomes como Donna Summer, ABBA, Gloria Gaynor e Bee Gees, estes últimos num come back arrebatador que mudaria sua carreira para sempre, graças à explosão da disco.

O curioso é que apesar de alguns artistas e grupos terem estado fazendo muito sucesso com essa música dançante, a disco music corria sério risco de cair no esquecimento como mais um mero modismo dos anos 70. Só que, de cult dos clubes noturnos, a disco music virou mania mundial a partir de 1977, quando a história de um garotão do Brooklyn que queria subir na vida dançando chegou às telas: "Os Embalos de Sábado à Noite" (Saturday Night Fever), marco absoluto da época. Pronto, era o empurrão que faltava. Este clássico filme (hoje já podemos chamar assim!) serviu para resgatar o desejo pela dança.

No Brasil, o maior símbolo do fenômeno disco fever apareceu em 1978, com a novela Dancin' Days (exibida pela Rede Globo), de Gilberto Braga, onde Sônia Braga encarnava a versão feminina tupiniquim de John Travolta nas pistas de dança. Festas clássicas com big bands e discothèques do momento regaram o horário das oito nesse marco da TV brasileira, até hoje lembrado como um dos maiores sucessos de audiência da Globo.

HOMENAGEM - RAP - DANÇA DE RUA - BREAK DANCE

HIP HOP

A Pedidos estou postando esses estilos que realmente faz parte dos grandes anos 80 e 90.

Rap

A sigla RAP é, pelo inglês, originária das iniciais de Rhythm And Poetry - Ritmo e Poesia. Rap é o discurso rítmico com rimas .Rap é um dos elementos da música e cultura hip hop. O rap, comercializado nos EUA, desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas,nos anos 70 por jamaicanos e outros. Eles introduziam as grandes festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC, que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as palavras de rimas, até que foi se formando o rap. A origem do Rap veio da Jamaica, mais ou menos na década de 60 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais polêmicos, como sexo e drogas. No início da década de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos da América, devido a uma crise econômica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado e foi se espalhando e popularizando entre as classes mais pobres ate chegar a atingir a alta sociedade

Etimologia

Com a aceitação da música rap nos meios sociais mais recentes (nos últimos vinte anos), a palavra rap se encontra, atualmente, "online" sendo um neologismo popular do acrônimo para rhyme and poetry (rima e poesia); porém, apesar da associação com poesia e ritmo, o significado da palavra rap não é um acrônimo em si, mas descreve uma fala rápida que precede a forma musical (de ritmo e poesia), e significa "bater".A palavra (rap) é usada no Inglês britânico desde o século XVI, e especificamente significando "say" ("dizer", ou "falar", "contar o conto") desde o século XVIII. Fazia parte do Inglês vernáculo afro-americano nos anos de 1960. significando "conversar", e logo depois disto, no seu uso atual, denota o estilo musical.
Como exemplo do significado erudito da palavra, em Inglês, podemos citar um vendedor, em um ambiente comercial, em que este está fazendo a "falação" dele para a venda do produto; voce pode dizer que esta "falação" é o "rap" dele. Usado como em "that's his rap" (ou "that is my rap"), significando: "Este é o papo dele" (ou "meu papo"). O Rap, neste exemplo, é a "idéia que alguém quer lhe vender"; a "explicação", em si; o "papo."

Rap na Música

Rap, na música, é extremamente fidedigna à improvisação poética sobre uma batida no tempo rápido e freqüentemente só é acompanhada pelo som do baixo, ou sem acompanhamento. Rap é um estilo musical raro em que o texto é mais importante que a linha melódica ou a parte harmônica; sendo um dos dois únicos estilos musicais da história da música ocidental em que o texto é mais importante que a música o outro sendo o canto gregoriano, em que a música era uma monodia, homofônica, marcada pelo ritmo, e a melodia religiosamente não podia nunca sobressair o texto litúrgico. O rap não usa melodias e motivos decorativos e harmônicos com arranjos elaborados dos insrumentos, mas vale-se somente em quão rápido o cantor narra a sua "fala" com muito pouca musicalidade adicionada a sua poesia. A música rap também tem uma similaridade distinta com a música celta em que forma-se uma brincadeira na qual os cantores tentam duelar suas frases com rimas, rapidamente improvisadas e humorísticas; alternadamente, um desafiando o outro nas rápidas frases inteligentes; quem ganha deixando o outro esgotado sem idéias não paga pelas bebidas. Esta influência indireta e não intencional veio da música de raiz, de folclore, importada pelos imigrantes escoceses e irlandeses que migraram para o sul dos EUA, das fazendas de plantação, como a música afro-americana, que pelo povo do sul, com a música de improvisação, no Jazz de raiz, surge nos duelos de banjo (country) depois, e desses "duelos" aparece também, bem mais tarde, o rap.

História

O rap, comercializado nos EUA, desenvoleu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas,nos anos 70 por expatriados jamaicanos e outros. Estes introduziam as grandes festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC, que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando, encorajando mais e mais com as palavras de rimas, até que foi se formando o rap.

As raizes

A origem do rap remonta à Jamaica, mais ou menos na década de 60 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimónia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais prosaicos, como sexo e drogas. No início da década de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos da América, devido a uma crise económica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado, que se sofisticou com a invenção do scratch, um discípulo de Herc. O primeiro disco de rap que se tem notícia, foi registrado em vinil e dirigido ao grande mercado (as gravações anteriores eram "piratas") por volta de 1978, contendo a célebre King Tim III da banda Fatback. O rap, assim como o pagode e o blues, no seu surgimento era um ritmo mais comum entre pessoas de classe social mais baixa e que, com o tempo, invadiu o mercado de todos os grupos sociais---sendo um dos estilos musicais que mais vendeu no mercado popular dos anos 90 até o início da década de 2000; mas, desde 2006, a venda do rap tem caido drasticamente, preocupando as grandes gravadoras deste estílo musical.

"Ancestral directo" do rap pode ser considerado o funk, ou o jazz, músicas afro-americanas que apresentam elementos semelhantes. Outro rítmo ao qual o rap é tributário é o toast, que consiste em versar sobre uma versão instrumental ou de uma versão dub de alguma canção reggae, sempre no ritmo da batida. Essa tradição foi levada aos Estados Unidos por imigrantes jamaicanos, como o DJ Kool Herc. Nos Estados Unidos, a base de Reggae foi substituída por uma batida tirada do funk, através da utilização de dois discos idênticos dos quais era aproveitada apenas a parte instrumental da música, chamada break (os "breques," como nas paradas repentinas da percussão numa batucada).

As primeiras gravações de rap datam do início dos anos 70.  com alguns grupos como os Last Poets e Gil Scott Heron. Nessa época, trata-se simplesmente da declamação de um texto sob o ritmo das batidas de tambores africanos, sendo a negritude o tema de predilecção.

Na actualidade, os MCs utilizam, como base, batidas de outras músicas habilmente extraídas pelos DJs, ou bases montadas electronicamente, ou, ainda, instrumentos tocados por músicos.

Um recurso muito presente no rap são os samples ("amostras"), que são pequenas "pedaços" de outras músicas, covers (pré-gravadas), e inseridas digitalmente numa "nova" música. Os samples tanto podem ser da parte instrumental de uma música como podem ser de vocais.

Inicialmente, os temas das letras giravam em torno de assuntos como festa e diversão, que aos poucos foram substituídos por outros temas como as desigualdades sociais e o combate ao racismo. vinte anos depois, se tornou um dos estilos musicais mais popular em todo o mundo, sendo muito difundido principalmente nos EUA, na França, no Japão e no Brasil. A primeira música de rap a surgir no Brasil foi "Kátia Flávia", em 1987, de autoria de Fausto Fawcett e Laufer. Em Portugal a primeira compilação de rap surgiu em 1994 com o designação de Rapública.

Free Style Modo de cantar o rap de forma improvisada. Colocando versos feitos na hora, baseados nos versos dos seus adversários. Geralmente os Mc's participam de rachas, disputas de free style onde um tenta ser melhor do que o outro. No Brasil temos muitos rimadores que vem alcançando sucesso, como por exemplo Marechal, Max B.O., Kamal e Slimrimografia. que fazem suas rimas quase automaticamente. Muitas pessoas os vêem como bandidos ou até mesmo ladrões, mas não é bem isso.

A princípio as batalhas de freestyle no Brasil tinham pouca força e passaram a ganhar mais espaço depois de serem organizadas por Mc's do RJ como Dom Ngrone, Marechal, Aori, entre outros. Quando deram início a esta busca por reconhecimento não foram muito valorizados, a partir do momento em que ganhou força através da hoje tão conhecida "Batalha do Real" aí as batalhas passaram a ser conhecidas em todo Brasil onde não ocorria ainda esse tipo de movimento que faz parte da cultura Hip-Hop passou a acontecer e hoje cidades como os estados de MG, DF, etc, passaram a desenvolver esse tipo de projeto.

Gangsta Rap

Quando se fala em Gangsta Rap o que vem a mente de muitos é músicas falando sobre "mulheres", "carrões" e "festas", mas a verdade é que isso não tem nada a ver com o estilo. Quando o assunto é Gangsta Rap a temática é completamente outra. O grupo que fez o Gangsta Rap se tornar conhecido no mundo todo foi o N.W.A, formado pelo finado Eazy-E, por Dr. Dre, Ice Cube, Mc Ren e Dj Yella, eles falavam sobre a brutalidade da policia, sobre os problemas que afetam as comunidades, as rixas que acontecem no gueto, e sobre o tráfico, que é o comércio mais ativo na maioria das periferias, e como nos EUA os Bloods & Crips haviam se espalhados como uma epidemia, e as letras se pareciam muito com o estilo de vidas dos membros de gangues, se deu o nome a esse estilo de rimar de Gangsta Rap.

O Gangsta Rap (Rap Gângster) surgiu nos Estados Unidos no meio dos anos 80 com os Run DMC (e outros)como L.L.COOL J. Com letras duras e brutais o gangsta rap logo ganhou espaço na mídia mundial. Entre os maiores gangsta rappers destacam-se 2pac, N.W.A. Compton Most Wanted, entre outros, que entre as suas rimas falavam das desigualdades e do racismo alem do ódio que sentiam uns pelos outros. Desde então o mundo do gangsta rap evoluiu muito e hoje em dia os rappers podem falar e fazer musicas falando de tudo, ou seja, poucos ainda valorizam as raízes culturais, desse estilo que foi criticado por Spike Lee por em sua opinião, fazer crer que ler e estudar é coisa de branco. Outro grupo que se destacou (e ainda se destaca) quando o gangsta rap estava surgindo foi o N.W.A. - Niggas With Attitude, formado em 1986 por Dr. Dre, MC Ren, Eazy-E, Ice Cube e nas pickups, o DJ Yella. O grupo se tornou notório pelas suas letras pesadas, especialmente como "Fuck tha Police", de 89, que resultou no FBI enviando uma carta de aviso para a Ruthless Record, sugerindo que o grupo tomasse mais cuidado com o que dizia.

Dança de rua

Origens

As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.

Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk (que não é funk carioca, conhecido como Pancadão), estilo musical também imortalizado, além de James Brown, pelo Nathanzinho do Hip Hop, Michael Jackson, Le Gusta, Paula Lima, Tim Maia, Ed Motta, Jorge Ben, Seu Jorge, Funk N' Lata, Olodum, Sandra de Sá, Thaide e DJ Hum, Aretha Franklin, Marvin Gaye, Funkadelic, entre outros.

O Breaking, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança.

Estilos

Existem dois tipos de danças de ruas:

  1. dança de rua vinculada ao movimento Hip Hop;
  2. dança de rua vinculada às academias e estúdios de dança, o famoso street dance.

Podemos caracterizar o Street Dance como:

  • Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade;
  • Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos e saltos mortais.
  • Uma dança com maioria de dançarinos homens, porém hoje encontra-se um maior espaço para as mulheres.
  • São usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breakbeats.

A Dança de Rua quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril//Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.

Existem vários estilos de dança dentro do Hip Hop, entre eles temos:

  1. O Breaking, executados pelos B.Boys ou B.Girls
  2. O Locking, executados por lockers
  3. O Popping, executado por poppers
  4. As Social Dances

O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows, os Djs entram e tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) fazem a sua dança nessa batida da música.

Difere-se do Street Dance pois o Hip Hop utiliza-se das danças sociais conhecidas como, harlem shake, happing feet, monastery e etc, enquanto o Street Dance além desses estilos se utiliza também das linguagens corporais do Jazz, Dança Contemporânea, e outros movimentos conhecidos pelo corpo do dançarino e do coreógrafo. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que este veio de festas, enquanto o Street Dance veio das academias e limita-se mais as coreografias.

Uma das grandes características do Street Dance vinculada ao Hip Hop é a improvisação, que algo momentâneo e acontece com mistura de linguagens entre, encenação teatral, mímica e dança. Tem o seu nascimento nos Estados Unidos da América, o leste e o oeste norte americano tem expoentes diferentes de estilos e de representantes no Street Dance.

No Brasil

Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de "Dança de Rua" no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982.

No Brasil a dança teve seu início marcado pelo grupo Dança de Rua do Brasil que abriu espaço para muitos outros grupos importantes como:

  • Street Soul sob orientação de Ana Cristina (Curitiba - PR)
  • Heart Beat e Cia. sob orientação de Octávio Nassur (Curitiba - PR)
  • Companhia de Perfomance sob orientação de Tatiana Sanchis (São Paulo - SP)
  • Ritmos de Rua sob orientação de Edson Guiu (São Paulo - SP)
  • Rua em Dança sob orientação de Allan Lemaja (Niterói - RJ)
  • The Face com direção de Haysten,(São Paulo - SP)
  • CIA Eclipse Cultura e Arte, (Campinas), entre outros.

Curiosidade

Para as pessoas que conhecem a cultura Hip Hop, a grande influência da mídia sobre o movimento, auxilia na divulgação e no desvirtuamento da pureza almejada pelo Hip Hop. A mídia, com sua hiper-realidade, transforma roupas e artigos em movimentos sociais e transgridem com a necessidade de se reunir e fortalecer grupos de uma ideologia e crença social.

Obtido em: wikipedia.org

Break Dance

(B-boying, Popping e Locking), por convenção, chama-se todas essas danças de Break Dance ou B-Boying. Apesar de terem a mesma origem, são de lugares distintos e por isso apresentam influências das mais variadas. Desde o início da década de 60, quando a onda de música negra assolou os Estados Unidos, a população das grandes cidades sentia uma maior proximidade com estes artistas, principalmente por sua maneira verdadeira de demonstrar a alma em suas canções.

O principal artista desta época era o Mister Dynamite o mestre dos Break's de rua. (Senhor Dinamite) James Brown, conhecido não só por sua voz ou canções, mas também por toda sua performance estética, que deu origem a todos os pop-stars que vemos hoje em dia. (Ex: Michael Jackson, Prince, Madonna e etc.). James Brown era idolatrado principalmente nos redutos negros e latinos das grandes metrópolis e influenciava todos os jovens com sua dança, chamada Good Foot (Pé Bom). No Brasil essa dança é chamada de Soul, pois é o estilo de música que Brown cantava. Vários grupos aderiram ao break, os grupos são denominados de "crew" que em inglês significa tripulação,o que hoje parece moda vai muito além de vestir uma roupa ou um boné e sair por ai dizendo "sou do break ou sou do hip hop" a cultura é bem mais alta é na verdade uma manifestação do movimento hip hop... por isso deve-se aprender as técnicas necessárias para que não haja machucados é importante começar com alguém que saiba fazer os movimentos corretos se não pode ficar uma coisa feia ou errada.

Expressão plástica, o grafite representa desenhos, apelidos ou mensagens sobre qualquer assunto, feitas com spray, rolinho e pincel em muros ou paredes. Sendo considerado por muitos uma forma de arte, diferente do "picho", que têm outra função de apenas deixar sua marca, o grafite é usado por muitos como forma de expressão e denúncia.

No Bronx, a influência do Good Foot levou à criação de uma dança chamada Top Rocking (Dança em cima). Essa dança usava qualquer tipo de provocação vistas na TV, em filmes, etc. Preferiam provocar a brigar, na mais pura malandragem, utilizando a dança. Nesta mesma época, no Brooklyn, o que víamos era praticamente a mesma dança, utilizando passos diferentes além da combinação de ataques e defesas simultâneas, feitas por mais de um dançarino. Esta dança foi chamada de Brooklyn-Rock (Dança do Brooklyn) ou Up-Rock. Devido ao grande sucesso, surgiram equipes especializadas em combater com o Up-Rock.

O Bronx, notando que sua dança era menos chamativa que o Brooklyn-Rock já que este contava a participação de mais de um dançarino o confronto entre esses dois Up-Rockers era muito mais contundente que a de um Top-Rocker começou-se a experimentar novas concepções; com isso o Top-Rock rapidamente desceu para o chão criando-se o Floor-Rock (Dança de chão) ou Foot Work (Trabalhos dos pés). Essa dança consiste em praticamente se dançar o Top-Rocking em movimentos circulares de acordo com ritmo da música logicamente com as mãos e pés no chão ao mesmo tempo. O término deste movimento chama-se de freeze (congelar); a força, rapidez e ousadia rapidamente suplantou o cenário Up-Rocking. A partir desse momento todos queriam fazer Foot Work na importando se fosse Up ou Top-Rocker.

Nas Block Parties o pessoal esperava Kool Herc começar a brincar com os Breaks (intervalos de compasso) e fabricar os beats. Como essas festas aconteciam principalmente no Bronx a dança predominante era o Top ou Floor Rocking então Kool Herc costumava pegar o microfone e anunciava a performance dos B-Boys (Break Boys), aqueles que dançam nos intervalos da música. Com isso toda a dança do Bronx e Brooklyn acabaram sendo unificadas sob o nome de B-Boying.

Em 1969, quando foi lançada a música Get on the good foot (Entre no Passo Certo), a dança não ficou restrita ao Bronx e Brooklyn em Nova Iorque. Ela aportou na Costa Oeste, mais precisamente em Los Angeles, dando origem a uma dança chamada Locking (Travar); esta recebeu a influência de uma dança chamada Funky Chick (Pintinho Funkeiro) e Hustle (gíria para maquiavélico). O Locking é uma dança atípica e por isso é considerada uma das mais complexas de execução, por que ao mesmo tempo em que se tem o Funk e Soul que fluem harmoniosamente ao ritmo da música tem se os Locks, congelando devastadoramente a dança. A complexidade aparece justamente na junção destes extremos. A pergunta é: eu devo ter mais Swing ou técnica para travar meu corpo É evidente que o equilíbrio é o mais viável e torna essa dança tão gostosa de se apreciar.

Em Fresno, na Califórnia, cria-se com influências de séries de ficção científica, danças robóticas que imitavam os movimentos mecânicos. Na limitação de movimentos proporcionados a um robô começa-se a imitar ondas por todos os membros do corpo, dedos, braços, pernas, tórax e etc.

Dá-se o nome a essas técnicas de Boogalooing (sem tradução); a verdade que é contada é a seguinte: O tio do Boogaloo Sam (personificador da dança) teria inventado o termo Boogaloo pois não conseguia achar definição para tais movimentos.

Em Los Angeles ela é conhecida por Popping (Estalo das articulações). E em Nova Iorque quando foi conhecida por volta de 1979 chamaram-na de Boogie, assim como o B-Boying foi conhecido primeiro como Break Dance em Los Angeles em 82.

No Boom do Break que aconteceu mundialmente, todas as danças não importavam se fosse Locking ou B-Boying ou Popping apareciam sob o nome até hoje conhecido mundialmente pela mídia como Break Dance.

Obtido em: wikipedia.org